Diante do turbilhão de reportagens divulgadas na mídia sobre o astro pop, Michael Jackson, alternadas pelo valor de sua obra musical e pelos aspectos negativos de sua vida pessoal. Percebi aí uma grande oportunidade para avaliarmos a necessidade humana de saber e falar uns dos outros. Será mesmo que Freud explica?
Como é fácil falar mal, seja lá de quem for e até mesmo sair divulgando detalhes mesquinhos sem a mínima certeza de que os fatos são verdadeiros ou não. "Tem gosto e tempo pra tudo..."
A trave no olho do outro é nitidamente visível e o que fazemos é ir julgando tudo e todos sem o senso de que as coisas muitas vezes não são como pensamos e supomos. Vamos logo atirando a primeira pedra, a segunda, a terceira e tantas quantas pedras encontramos no caminho.
Somos pessoas tão seguras, inteligentes, respeitadas, amadas e tantos outros superlativos que não podemos aceitar e enxergar quem é solitário, fragilizado, explorado pela família, deslocado do mundo com dificuldades de relacionamentos, negação de cor, e outros.
Nada a ver, tudo a ver... Deveríamos mesmo é cuidar de nossa vida... Regar as rosas do nosso jardim, ir a praia, mudar os nossos livros de lugar, passear com o cachorro, escutar música e fazer uma introspecção. Quem se ocupa muito com a vida dos outros é porque não vive e nem curte a sua.
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