
As boas amizades e os melhores amigos não tenham dúvidas, eles não surgem e não vão aparecer aos montes na nossa frente. Eles vão se desenhando lentamente e sem que entendamos passam a ser personagens presentes na nossa vida.
Nossos amigos não precisam necessariamente ter ou não coisas incomuns conosco, isso pouco importa... Eles são realmente parecidos e ao mesmo tempo diferentes de nós e daí... Quem pode mensurar tal afinidade?
Para o amigo não temos vergonha de falar nossos erros e acertos ou admitir e de como foi difícil ultrapassar dificuldades e contar nossas conquistas. Saberemos ouvir e compreender ou seremos ouvidos e compreendidos. Diálogos, idéias que sempre serão compartilhados.
Penso que um bom critério da boa amizade é rir junto. É nestes eventuais momentos que nós, relaxamos das amaras, dos padrões e das posturas da quais todos nós estamos cotidianamente moldados. Em frações de segundos ou até mesmo em alguns minutos e nos libertamos de tudo, ali somos transparentes, espontâneos, solidários, carinhosos e simplesmente nós mesmos.
Margareth Furtado